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    UFT tem patente concedida para agente terapêutico com efeito antiviral à base de planta do Cerrado
    PESQUISA

    UFT tem patente concedida para agente terapêutico com efeito antiviral à base de planta do Cerrado

    Essa é a 12ª patente concedida à Universidade

    Por  Redação Sucom | Edição: Virgínia Magrin | e | Revisão: Paulo Aires  | Publicado em 30/12/2025 - 10:12  | Atualizado em 30/12/2025 - 12:20
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    A Universidade Federal do Tocantins (UFT) obteve a concessão da patente “Agente terapêutico à base de Peltastes peltatus com efeito antiviral”, resultado de pesquisa desenvolvida no curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia. A concessão foi realizada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e representa a 12ª patente concedida à UFT, consolidando o protagonismo institucional na proteção da propriedade intelectual e na promoção da inovação, especialmente na Região Norte do país.

    A invenção descreve o uso do extrato acetona de Peltastes peltatus (L.) como agente antiviral contra o vírus da dengue (DENV-2), bem como uma composição farmacêutica contendo esse extrato. Ensaios laboratoriais demonstraram que, na concentração de 50 μg/μL, o extrato promoveu uma redução aproximada de 55,63% no título viral, sem apresentar citotoxicidade para células BHK-21. Os resultados indicam o potencial do extrato para aplicação em formulações farmacêuticas, como cápsulas e xaropes, visando ao controle do vírus da dengue.

    De acordo com um dos inventores, Raimundo Wagner de Souza Aguiar, docente do curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, a concessão da patente evidencia o papel estratégico da pesquisa científica no desenvolvimento regional: “A concessão desta patente representa um avanço acadêmico e científico notável para o desenvolvimento do estado do Tocantins, evidenciando o potencial biotecnológico da biodiversidade do Cerrado brasileiro. A pesquisa com a planta Peltastes peltatus mostra como o conhecimento de agentes com potencial antiviral, gerado pela UFT, pode ser transformado em inovação tecnológica com impacto social e econômico. Este resultado fortalece a visão de futuro do Estado como polo biotecnológico de fitoterápicos, impulsionando a bioeconomia e o desenvolvimento sustentável regional.”

    Para a diretora de Inovação e Transferência de Tecnologia da UFT, Claudia Cristina Auler do Amaral Santos, o resultado reforça a maturidade institucional na gestão da propriedade intelectual: “A concessão da 12ª patente da UFT é um marco que reflete a consistência da política institucional de inovação, o trabalho articulado entre pesquisadores e o Núcleo de Inovação Tecnológica, e o compromisso da Universidade com a transformação do conhecimento científico em soluções com impacto social e econômico. Esses indicadores consolidam a UFT como referência em proteção da propriedade intelectual e inovação na Região Norte.”

    Saiba mais

    As patentes depositadas pela UFT podem ser consultadas na Vitrine Tecnológica da UFT, disponível em: https://www.uft.edu.br/inovacao/portfolio-de-patentes

    As informações específicas sobre a patente concedida “Agente terapêutico à base de Peltastes peltatus com efeito antiviral” estão disponíveis em: https://www.uft.edu.br/inovacao/portfolio-de-patentes/agente_terapeutico


    Tags:  InovaTO,  Propesq,  Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia,  Gurupi.  
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