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    Mesa-redonda discute Desafios e Potencialidades da Arqueologia no Tocantins, em Porto Nacional
    PORTO NACIONAL

    Mesa-redonda discute Desafios e Potencialidades da Arqueologia no Tocantins, em Porto Nacional

    Debate realizado no final de abril destaca a necessidade de investimentos contínuos para o NuTa e a urgência de políticas de gestão patrimonial para a arqueologia tocantinense

    Por  Fabiana Araújo e | Revisão: Paulo Aires  | Publicado em 07/05/2026 - 20:21  | Atualizado em 08/05/2026 - 20:05
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    Realizada no último dia 24 de abril, a mesa-redonda 'Arqueologia, Patrimônio e História Indígena' debateu a riqueza do acervo arqueológico do Tocantins e os desafios para sua preservação no município. O encontro reuniu especialistas e acadêmicos para discutir temas que variam da gestão de coleções salvaguardadas à importância de integrar a pesquisa arqueológica à história viva das comunidades indígenas da região.

    Para o  professor Genilson Nolasco, curador do Núcleo Tocantinense de Arqueologia (NuTa), destacou a importância do papel histórico da instituição. Segundo Nolasco, as coleções geradas por décadas de trabalhos de campo são "repositórios de conhecimentos" que vão além da guarda técnica: elas fundamentam o tripé de pesquisa, conservação e extensão.

    Segundo o curador do acervo, o trabalho minucioso de organização e conservação dessas coleções exige investimento constante, fator crucial para que esse conhecimento seja efetivamente compartilhado com a sociedade.

    História Indígena e suas conexões

    O arqueólogo Romulo Macedo, representante da área técnica do IPHAN no Tocantins, trouxe uma síntese dos trabalhos que buscam integrar a arqueologia à História Indígena contemporânea.

    Apesar de destacar o imenso potencial desses estudos para compreender a trajetória dos povos que habitam o estado, Macedo apresentou um dado para reflexão: esse tipo de abordagem ainda é minoritária dentro da produção arqueológica desenvolvida no Tocantins, sugerindo um campo vasto a ser explorado para dar visibilidade às ancestralidades locais.

    Da Serra do Lajeado ao Planalto Central

    Encerrando as apresentações, o professor Lucas Bueno (UFSC) apresentou um panorama das pesquisas acadêmicas realizadas no estado desde 1998. Bueno defendeu uma visão da Arqueologia como "História Indígena de longa duração", conectando o passado remoto ao presente.

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    Tags:  Arqueologia,  Porto Nacional,  NuTa,  Preservação,  Iphan.  
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