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Egressos da Universidade Federal do Tocantins contam histórias de formação, conquistas e transformação
Em comemoração pelos 23 anos de criação da UFT, neste 15 de maio, a Superintendência de Comunicação da UFT (Sucom) contatou egressos da instituição e reuniu histórias e trajetórias nas mais diferentes áreas de atuação e regiões do país, evidenciando o impacto da educação pública na formação de profissionais comprometidos com o desenvolvimento social.
Desde o ano de 2000, de acordo com a página UFT em Números, somando-se todos os câmpus (incluindo os ex-discentes dos câmpus de Araguaína e Tocantinópolis, de quando integravam a UFT) já foram formados pela Universidade 35.673 pessoas, sendo 29.220 em cursos de graduação e outros 6.453 em cursos de pós-graduação.
O último Relatório de Gestão da UFT (2025) destacou a qualidade do ensino da Universidade, pontuando que 824 egressos foram aprovados no último concurso público do Estado, evidenciando o crescimento da Taxa de Sucesso da Graduação (TSG) e o cumprimento da missão institucional de "formar cidadãos comprometidos com o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal por meio da educação inovadora, inclusiva e de qualidade” (conforme o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) de 2021-2025.
Um pouco de história
A história da UFT começou com o movimento estudantil S.O.S. Unitins contra a privatização do ensino superior estadual, com passeatas, paralisação de aulas, enfrentamento policial e até greve de fome em defesa do ensino público e gratuito. Esse movimento resultou na aprovação da Lei nº 10.032, em 23 de outubro de 2000, criando a Universidade Federal do Tocantins. A partir de 15 de maio de 2003, teve início a efetiva implantação com a posse dos primeiros docentes e técnicos, transferência da estrutura física e incorporação de mais de cinco mil alunos e 25 cursos de graduação da universidade estadual, além de um mestrado. As primeiras formaturas ocorreram já em 2004.
Em formato multicâmpus, a UFT nasceu presente nas regiões Norte (Tocantinópolis e Araguaína), Centro (Miracema, Palmas e Porto Nacional), Sul (Gurupi) e Sudeste (Arraias). Em 2005, implantou o inédito sistema de cotas indígenas no Brasil, seguido por outras cotas (escola pública, pretos/pardos/indígenas, PCDs e quilombolas). A trajetória inclui o primeiro vestibular integralmente feito pela UFT em 2007, o primeiro doutorado em 2008, a implantação do Parfor em 2009, do Padu em 2010, a doação do Hospital de Doenças Tropicais em Araguaína (2013), inauguração do primeiro Restaurante Universitário (2014), regulamentação do nome social (2015), Complexo Olímpico e Rádio UFT FM (2016), primeiro depósito de patente internacional (2017), e o desmembramento em 2019 para criação da Universidade Federal do Norte do Tocantins, com a cessão dos câmpus de Araguaína e Tocantinópolis, além do HDT e da Fundação de Medicina Tropical.
Palavra da gestão
Para a reitora da UFT, professora Maria Santana, “os 23 anos da UFT são celebrados, sobretudo, pelas trajetórias das pessoas que passaram pela universidade e hoje contribuem com a transformação da sociedade em diferentes áreas. Cada egresso que se destaca no mercado representa a força da educação pública, gratuita e de qualidade.”
O vice-reitor, professor Marcelo Leineker, reitera o orgulho de a UFT ter egressos em importantes postos na sociedade e no mercado de trabalho. "A história da UFT é construída também pelo sucesso de seus egressos. Ver profissionais formados pela Universidade ocupando espaços de relevância no mercado e na sociedade reforça o impacto social e o compromisso institucional da UFT com a formação humana e profissional.”
Confira, nos cards abaixo, o breve relato de alguns egressos, e de como a Universidade Federal do Tocantins impactou suas trajetórias acadêmicas e de vida e o que têm feito com o conhecimento adquirido na instituição: