Ir para o conteúdoIr para a navegaçãoIr para o rodapé
logo
Acesso Rápido
Localização e ContatosAcesso à InformaçãoConcursos e SeleçõesComunicaçãoOuvidoria
 Entrar
Universidade Federal do Tocantins
Logo UFTUniversidade Federal do Tocantins
    Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons Atribuição-SemDerivações 3.0
    CâmpusCâmpus de PalmasCursosPós-GraduaçãoMestrados e DoutoradosPrograma de Pós-Graduação em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos (PPGPJDH)Comunicados
    Comunidade Tapirapé homenageia mestrando do programa de pós-graduação da Esmat por atuação na regularização de território indígena

    Comunidade Tapirapé homenageia mestrando do programa de pós-graduação da Esmat por atuação na regularização de território indígena

    Por PPGPJDH - De Ascom ESMAT 18.05.2026

    Fonte: Portal Esmat

    Foto: Divulgação/Atitude Tocantins

    O procurador federal da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em Palmas e mestrando do Programa Associativo de Pós-Graduação Stricto Sensu Profissional e Interdisciplinar em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos (PPGPJDH), Lusmar Soares Filho, recebeu homenagem da comunidade indígena Tapirapé, do povo Apyãwa, em reconhecimento à sua atuação no processo de regularização da Terra Indígena Urubu Branco, em Mato Grosso.

    A solenidade foi realizada no sábado (16/5), na Aldeia Tapi’tãwa, localizada na Terra Indígena Urubu Branco, território que abrange os municípios de Confresa, Santa Terezinha e Porto Alegre do Norte, na região do Vale do Araguaia. O momento foi conduzido pelo cacique-geral Élber Kamoriwa’i Tapirapé e contou com a presença de lideranças e anciãos(ãs) da comunidade.

    A homenagem reconheceu a contribuição jurídica de Lusmar Soares Filho nas etapas de demarcação e regularização do território indígena. Sua atuação envolveu a coordenação de procedimentos administrativos e judiciais voltados ao pagamento de indenizações por benfeitorias a ocupantes não indígenas de boa-fé, além do ajuizamento de ações civis públicas necessárias à desintrusão da área legalmente delimitada.

    No caso da Terra Indígena Urubu Branco, a atuação jurídica esteve relacionada à garantia de direitos originários, à segurança territorial e à efetivação de medidas previstas na Constituição Federal de 1988.

    Para Lusmar Soares Filho, a homenagem representa o reconhecimento de uma caminhada dedicada à assistência jurídica dos povos originários. Segundo o procurador, embora a Constituição tenha encerrado o regime de tutela individual sobre os indígenas, o Estado brasileiro mantém o dever constitucional de proteger e assegurar os direitos coletivos dessas comunidades, especialmente no que se refere ao território, à saúde, à educação e às condições de integração social.

    Com informações de Wesley Silas, Atitude Tocantins


    Tags:  PPGPJDH,  Comunidade Tapirapé,  Esmat,  UFT,  Povos Indígenas.  
    Compartilhe:

    Atenção!

    Esse site utiliza cookies

    Esse site faz uso de cookies

    CÂMPUS
    CURSOS
    GESTÃO
    Redes Sociais

    Universidade Federal do Tocantins

    Todo conteúdo do site está publicado sob a licença Creative Commons - 1.1.57.