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    UFT conquista patente de biorreator portátil para produção de bioinseticida
    INOVAÇÃO

    UFT conquista patente de biorreator portátil para produção de bioinseticida

    Tecnologia pode ser usada diretamente no campo e promete reduzir custos no controle de pragas

    Por  Daniel dos Santos e | Revisão: Paulo Aires  | Publicado em 27/04/2026 - 17:40  | Atualizado em 28/04/2026 - 12:23
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    A Universidade Federal do Tocantins (UFT) conquistou a patente de modelo de utilidade para um biorreator automatizado portátil voltado à produção de bioinseticidas em áreas de plantio. O registro, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), é válido em todo o território nacional e reconhece a inovação desenvolvida por pesquisadores e estudantes da instituição.

    A patente tem como titular a UFT e reúne como inventores os pesquisadores Alan Henrique Rios Ferreira, Raimundo Wagner de Souza Aguiar, Alex Sander Rodrigues Cangussu, Ulisses Benedetti Baumhardt e Rhayk Sales Lira Glória. O prazo de validade da patente é de 15 anos a partir do depósito, realizado em 2021.

    Imagem interna do biorreator patenteado (Foto: Alan Henrique Rios Ferreira)

    Como funciona?

    A tecnologia foi criada para facilitar a produção de bioinseticidas — substâncias usadas no controle biológico de pragas — diretamente nas lavouras, sem a necessidade de estrutura laboratorial ou industrial. O equipamento pode ser instalado em locais remotos e operado com pouca intervenção humana, o que amplia o acesso a esse tipo de solução sustentável no campo.

    O biorreator é composto por um tanque de aço inoxidável com capacidade que varia de 100 a 3 mil litros, além de sistemas automatizados que controlam temperatura, pH e oxigenação durante o processo. Essas condições são essenciais para o desenvolvimento dos microrganismos utilizados na produção do bioinseticida.

    Foto: Divulgação

    Um dos principais diferenciais da tecnologia é a automação do processo. O equipamento já conta com rotinas programadas que garantem o funcionamento adequado, reduzindo a necessidade de mão de obra especializada. Isso torna a operação mais simples e viável para produtores rurais.

    Além disso, a proposta busca diminuir custos com transporte e armazenamento, já que o bioinseticida pode ser produzido no próprio local de uso. A expectativa é que a inovação contribua para tornar o controle biológico mais acessível, incentivando práticas agrícolas mais sustentáveis.


    Tags:  Pesquisa,  Inovato,  Gurupi.  
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