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Sucom, uma parte de mim
A matéria dessa semana será um pouco diferente, ela será em primeira pessoa. Quero falar do meu local de trabalho, dos meus colegas e deste espaço que há mais de quinze anos faz parte da minha vida. Esse setor que se molda ao longo dos anos, com idas e vindas, mas que mantém a essência do respeito e acolhimento, independentemente das mudanças de gestão e desafios do dia a dia.
Quando penso na Superintendência de Comunicação da UFT, a Sucom, o que me vem à mente é a palavra leveza e acolhimento. Não é que nunca tenhamos enfrentado dificuldades, mas, aqui, a gente se respeita e se apoia, mesmo com as diferenças. Já passamos por várias gestões, por diferentes contextos, mas o que nunca mudou foi a forma como nos tratamos, respeitamos e ajudamos.
Não vou dizer que tudo sempre é perfeito e o caminho repleto de flores. Como uma boa família enfrentamos problemas e lidamos com os espinhos. Já tive discussões por pauta com o Samuel, já senti um certo distanciamento de alguns colegas e tantas outras situações, mas a verdade é que, no final, a gente se resolve. E, o mais importante, a gente se acolhe. Quem nunca chegou aqui num dia ruim e deu boas risadas com as tiradas cheias de humor da Denise? E o Paulo, com seu jeito sempre educado e atencioso, que acolhe quem precisa de um pouco de paz no meio do caos com delicioso café sem açúcar?
Quem é essa equipe?
É difícil, mas ao mesmo tempo fácil falar de cada um dos meus colegas. Patrícia Jucar, a nossa Pati, fica já na recepção e é responsável por colocar ordem no ambiente. É aquela pessoa que, de cara, pode parecer brava, mas quem a conhece sabe do coração enorme que ela tem. Os colegas a veem como eficiente, comprometida, atenta às demandas, sincera e divertida. Para muitos, ela não é só uma profissional competente, mas uma amiga querida, sempre pronta para ajudar e fazer a diferença.
Tiago Noronha, é da turma dos mais novos, ainda em período probatório. Inteligente e comprometido, mesmo sem muito amor por isso (rs), está sempre atento aos prazos e disposto a nos ensinar. Capricho e dedicação são apenas algumas das palavras usadas pelos colegas para descrevê-lo. Eleem é nossa “dyva remota”, ela é parceira, preocupada, batalhadora e competente. Por aqui, a gente fica na torcida de ver cada sonho seu se tornar realidade, com dedicação e esforço.
Felipe Leite, além de competente, com sua voz mansa sempre acalma e mostra que vai dar tudo certo, que tem luz no fim do túnel! Ele é otimista por natureza e um ótimo amigo. Os colegas destacam sua inteligência, competência, discrição e força como marca registrada, e, já querem um curso prático para aprender a falar baixo. Vladimir Alencastro, o nosso Vavá é aparentemente discreto, mas cheio de ótimas sacadas e tiradas. Quem nunca parou pra ouvir suas boas histórias de viagem.. Experimente encontrá-lo “naquele dia” para criar slogans, vai conferir as melhores pérolas. Os colegas descrevem Vladimir como um profissional inteligente, discreto e sempre disposto a trazer novas ideias.
Ludegero Vieira, o Lud, é calmo, misterioso e divertido. Os colegas o veem como uma pessoa divertida, confiável, cheia de boas piadas e amigo da Patrícia. É com o Lud que a gente faz consultoria para comprar tênis, ele saca tudo! Daniel dos Santos, o nosso fotógrafo preferido, está sempre disposto a trocar ideias, explicar e dialogar sobre os mais variados temas, além de – junto com o Lud - não deixar a gente ficar sem água (obrigada!). Os colegas descrevem Daniel como uma pessoa tranquila e versátil, destacando sua leveza e bom humor.
Mayara Brito chegou oficialmente este ano, mas já fazia parte da Sucom antes com alguns trabalhos e sonhos. Para os colegas ela é sinonimo de elegância e criatividade, mais reservada e discreta que os demais em um primeiro encontro, é igualmente competente e inspiradora. Aprendo muito com ela! Daniela Camargos, a Dani, nossa atual chefinha, mesmo com suas pautas difíceis chega com jeitinho e voz doce ajudando e convencendo na distribuição. Além da sua beleza física, facilmente identificada, a turma a vê como serena e simpática, comprometida e solidária. Além de forte e corajosa, ela se destaca pela paciência, educação e pelo profissionalismo.
Falando de profissionalismo, não dá para não falar do Kleber Abreu. Ele é determinado e ousado, autêntico, competente e organizado, ama números e relatórios. Aprendi muito com ele ao longo desses anos do que diz respeito à liderança. Bianca Zanella é a mulher menina de personalidade forte. Mesmo sendo mais reservada, ela é uma colega empática e inovadora, sempre exigente consigo mesma, mas admirada por sua competência e esforço constante. Estudiosa e comprometida, é dedicada ao trabalho, dá sempre o seu melhor, seu nome é produtividade. Mas é empática e terna e busca, como tantos outros, ser melhor a cada dia, superando os desafios internos e externo.
Samuel Lima, o Samuca, também diz que está tentando ser uma melhor versão de si a cada dia. Sempre com uma palavra nova para nos ensinar com seu vocabulário robusto, ou nos socorrer como “garoto da TI”, Samuca é descrito como inteligente e colaborativo, sempre direto em suas opiniões e com ótimas objeções que fazem a diferença no trabalho. Ele é dedicado, versátil e amigo, sendo admirado pelo profissionalismo e pela disposição em compartilhar conhecimento com os colegas.
Paulo Aires, o poeta, é uma das pessoas mais educadas e gentis que conheço. Inteligente, modesto e atencioso, ele não só é um bom profissional, mas também um verdadeiro poeta no jeito de lidar com as situações. Sua sabedoria e foco inspiram todos ao redor, e os conselhos que oferece são sempre cheios de elegância e resiliência. Trabalhar com ele é sempre uma oportunidade de aprendizado e admiração.
Denise Neves, a Dê, é a pessoa que conheço há mais tempo. Nos formamos juntas, ainda na UFT, tomamos posse no mesmo ano – 2008, e, foi na Sucom, que nos tornamos amigas. Denise pra mim é sinônimo de acolhimento, respeito e presença, ainda que distante. Para os colegas ela é aquela amiga de confiança que ilumina nossos dias com seu bom humor e alegria. Comunicativa, divertida e sempre de bem com a vida, ela é uma verdadeira fonte de inspiração. Além de ser uma profissional dedicada e articulada, sua presença é um porto seguro para todos ao redor, trazendo leveza e muitas risadas para o ambiente.
E ainda tem a força, vitalidade, gás e empolgação deles - os estagiários. Eles são parte da Sucom, como pode ser visto em várias fotos. Essa turma que passa e deixa saudades, que agrega, contribui, ensina e marca nossas vidas cada um a sua maneira. Em especial vou falar dos nossos atuais.
Amanda Annie, com sua quietude, é sinônimo de precisão e capricho. Proativa, empenhada e discreta, conquista a todos com sua simpatia e doçura. Flayra Sobrinho ilumina o ambiente com sua alegria contagiante e criatividade incansável. Sempre dinâmica e irreverente, é uma parceira querida, com quem compartilhar projetos é um prazer. Gleyciane Fonseca traz carisma. Comunicativa e estratégica, ela é presença marcante e dedicada. João Pedro, nosso nerd tecnológico, sempre disposto a ajudar, é um observador atento, criativo e educado. Yvana Felisbela, com sua espontaneidade e energia vibrante, espalha alegria, beleza e autoconfiança, sendo uma amiga e profissional admirável.
Leveza
Os colegas dizem que a Sucom é um ambiente agradável e aberto. Há quem diga que a marca do nosso setor é a leveza, e eu concordo. Como Paulo Aires mencionou, aqui há uma oculta teia de carinho e fraternidade, atitudes de discreta solidariedade que perpassam e formam um tecido de harmonia no setor. E são esses pequenos gestos do dia a dia que tornam o ambiente leve, apesar dos percalços.
Somos um grupo que gosta de se ver, na verdade já gostamos mais (rs). Eram festas, jantares e almoços constantes. Fizemos parte da vida um dos outros. Vimos famílias nascerem com casamentos; namoros começarem e terminarem; acompanhamos gestações; sorrimos e choramos. Enfrentamos dificuldades de saúde familiar, perdas de entes queridos. E, de uma forma ou de outra, em grupos grandes ou pequenos, estávamos ali, um pro outro. Denise com uma mensagem ou ligação calorosa para abraçar o Paulo na dificuldade, Pati e Lud em uma visita para o Felipe em um momento delicado da saúde de sua mãe; cada um que me aliviou no período da internação do meu pai, seguida da despedida... Estávamos lá!
O amor é tanto que Felipe até chorou ao se despedir do Vavá que estava saindo de licença para o mestrado em Portugal. Vavá, na ocasião, também se debulhou em lágrimas retribuindo a emoção. "Apesar de todos enfrentarem dificuldades, com vidas carregadas de desafios e problemas pessoais, acredito que, na maioria das vezes, acabamos compartilhando um pouco dessas questões uns com os outros. Essa leveza que existe aqui no ambiente realmente contribui para que as coisas não se tornem tão pesadas”, enfatiza Vavá.
Para Denise, a Sucom faz parte da sua história de vida: “Aqui os colegas acompanharam meu namoro se transformar em noivado e em casamento; me viram engravidar por duas vezes; acompanharam problemas familiares, como quando minha mãe esteve bem mal na UTI... Aqui, passei por todas as fases de estrutura e nomenclaturas, e é como costumo dizer: gestões passam e a gente fica!”. Ela conclui lembrando do carinho que tem ao trabalhar neste setor da UFT, “Apesar de ser um ambiente de trabalho, tenho amigos verdadeiros aqui, que fazem o ambiente ser leve; e onde eu venho não só exercer meu ofício, mas também sorrir, brincar e descansar". Foi na Sucom que vimos Denise receber flores pela primeira vez, sendo pedida em casamento.
Dani menciona que um dos momentos mais marcantes em sua trajetória na Sucom foi o retorno da maternidade: “Fui acolhida de forma carinhosa pelos colegas, que me apoiaram com flexibilidade de horário e gestos de solidariedade, também teve o chá de fraldas enviado à minha casa e as roupinhas doadas pelas mães do setor. A chegada dos meus gêmeos foi uma fase intensa, mas sou imensamente grata ao apoio que recebi na Sucom, que tornou mais leve esse período desafiador.
Samuca lembra que em outros tempos passávamos mais de um quarto do tempo semanal com colegas do trabalho: “Muito natural surgirem relações de amizade tão fortes quanto relações familiares. A Sucom sempre foi muito divertida e disruptiva, na maioria do tempo”.
E de onde vem essa leveza? Vem de cada um de nós, que faz e fez a Sucom com amor, respeito e humor. É essa combinação que torna o ambiente dinâmico e acolhedor, e que nos permite desenvolver nosso trabalho com qualidade e alegria. Mesmo com os desafios e sobrecargas, é um espaço de apoio e colaboração.
O que vejo na Sucom? Além de muitas histórias e dos momentos de risada, é o sentimento de pertencimento. Aqui, encontramos apoio nos momentos difíceis e compartilhamos as alegrias do dia a dia. E é isso que torna a Sucom mais do que um lugar de trabalho – é um espaço de acolhimento, onde a gente se cuida e se fortalece juntos. Como diz Denise, a vida já anda pesada demais para chegarmos no trabalho e não ter um bom ambiente.
P.s.: Escrevi essa matéria com muito carinho, repleta de boas lembranças, de histórias vividas com muitos nomes e situações que não foram citadas, mas estão guardadas em um lugar muito especial do meu coração. Por que eu quis escrever esse texto? Porque eu acho que a gente é isso, a gente merece e porque como os colegas dizem, sou empolgada!
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