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    Pesquisadores da UFT lideram projeto internacional sobre sociobiodiversidade na Amazônia
    COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

    Pesquisadores da UFT lideram projeto internacional sobre sociobiodiversidade na Amazônia

    Ação reúne pesquisadores da UFT, do Equador, de outras instituições de pesquisa e de comunidades tradicionais

    Por  Milena Botelho (Assessoria do Projeto Sociobio Amazônia) | Edição: Samuel Lima (Sucom/UFT) e Revisão: Paulo Aires  | Publicado em 06/04/2026 - 19:28  | Atualizado em 13/04/2026 - 18:16
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    Uma iniciativa inovadora que conecta Brasil e Equador promete ampliar o debate e as ações em torno do desenvolvimento sustentável na Amazônia. Trata-se do projeto “Desenvolvimento Socioterritorial e Cadeias da Sociobiodiversidade na Amazônia: Governança e Protagonismo Comunitário em Experiências no Brasil e no Equador” (Sociobio Amazônia), que reúne pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins (UFT), outras instituições de pesquisa e comunidades tradicionais em uma ampla rede de cooperação internacional.

    Coordenado pelo pesquisador e professor da UFT, Alex Pizzio, o projeto pretende pesquisar, comparar e fortalecer experiências produtivas ligadas à sociobiodiversidade, valorizando saberes tradicionais, promovendo assim, sustentabilidade, além de ampliar a participação das comunidades nos processos de decisão.

    Conforme o professor Alex Pizzio, a proposta do projeto se destaca por olhar para a Amazônia não apenas como um território de recursos naturais, mas como espaço de vida, cultura e resistência. “Nesse contexto, o nosso grupo de pesquisadores vão investigar cadeias produtivas estratégicas como o artesanato de capim dourado, o extrativismo do babaçu, o manejo do pirarucu no Tocantins e a produção de guayusa no Equador. Essas atividades representam importantes fontes de renda e identidade cultural para milhares de famílias, além de estarem diretamente ligadas ao uso sustentável da biodiversidade”, descreve o coordenador.

    Pizzio explica ainda que outro diferencial do estudo é o foco na governança comunitária e no protagonismo social. “A pesquisa busca compreender como comunidades tradicionais, especialmente mulheres, participam da organização produtiva, da gestão dos recursos naturais e da construção de alternativas econômicas sustentáveis. Em muitas dessas cadeias, o trabalho feminino é central, embora ainda enfrente desafios relacionados à visibilidade e à participação nos espaços de decisão”, avalia.

    Das etapas da pesquisa

    A metodologia adotada combina abordagens quantitativas e qualitativas, com aplicação de questionários socioeconômicos, entrevistas, oficinas participativas e análise de redes sociais. Essa estratégia permite um olhar aprofundado sobre as dinâmicas territoriais, identificando potencialidades, desafios e oportunidades de fortalecimento das cadeias produtivas.

    Articulação institucional

    Além da UFT, participam universidades equatorianas e instituições como a Embrapa e a University of Illinois, formando uma rede internacional de pesquisa comprometida com o intercâmbio de conhecimentos e a construção de soluções adaptadas às realidades amazônicas.

    Resultados e diagnósticos

    Entre os resultados esperados estão a elaboração de diagnósticos comparativos entre Brasil e Equador, a proposição de estratégias para o fortalecimento das cadeias da sociobiodiversidade, a formulação de recomendações para políticas públicas e a consolidação de uma rede permanente de cooperação científica.

    Para a pesquisadora que coordena parte da equipe do Equador, professora Mariana Lima Bandeira, o projeto é mais do que um estudo acadêmico, pois se apresenta como uma ação concreta de valorização dos territórios, dos saberes tradicionais e das populações que vivem da floresta. “Ao integrar ciência, comunidade e sustentabilidade, a iniciativa reforça a importância de modelos de desenvolvimento que respeitem a diversidade cultural e ambiental da Amazônia”, avalia.

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    Tags:  Pesquisa,  Internacionalização,  Amazônia,  Equador,  Projeto Sociobio Amazônia.  
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