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    UFT marca presença na 2ª Conferência Nacional de Arquivos em Brasília
    REPRESENTATIVIDADE

    UFT marca presença na 2ª Conferência Nacional de Arquivos em Brasília

    Propostas elaboradas durante a 2ª CNArq buscam atualizar o marco legal do setor e garantir o acesso prático à informação

    Por  Fabiana Araújo | Edição: Samuel Lima | e | Revisão: Paulo Aires  | Publicado em 10/06/2026 - 18:35  | Atualizado em 10/06/2026 - 20:07
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    A celebração do Dia Internacional dos Arquivos, em 9 de junho último, marcou a divulgação da atuação estratégica e técnica da Universidade Federal do Tocantins (UFT) na área. A instituição teve papel ativo na 2ª Conferência Nacional de Arquivos (2ª CNArq) realizada em Brasília-DF, entre 26 e 28 de maio de 2026, quando foi representada pelo coordenador do Centro de Documentação e Memória de Arraias (Cdmar), ligado ao Câmpus de Arraias, professor Emerson Ramos, que atuou como delegado eleito pelo Estado.

    Durante o evento, foram debatidas diretrizes nacionais sobre as políticas públicas arquivísticas, de gestão documental e de preservação patrimonial no Brasil. O encontro reuniu especialistas, gestores públicos e delegados de todo o país, reafirmando a importância de modernizar os arquivos públicos e privados, de garantir o acesso prático à informação e de preservar a memória histórica e social brasileira. 

    O professor Ramos atuou no Eixo 1 (Marco Legal, Governança Arquivística e Perspectivas para uma Política Nacional de Arquivos), focado na estruturação jurídica e institucional do setor. Em debates coletivos, os delegados elaboraram propostas que incluem o reconhecimento dos arquivos públicos como instituições permanentes de Estado, o fortalecimento do Sistema Nacional de Arquivos, financiamentos sustentáveis, a atualização do marco legal e a valorização dos arquivos comunitários na preservação da memória nacional. 

    A participação do Cdmar insere a UFT e o Sudeste do Tocantins no debate nacional. Criado em 2019 no Câmpus de Arraias, o Centro salvaguarda um acervo raro de processos judiciais manuscritos dos séculos XVIII a XX, das antigas comarcas de Arraias e Dianópolis. Esses documentos registram a história e as resistências locais desde o período colonial. Por meio de higienização, digitalização e difusão, o Cdmar é referência no resgate da memória regional, com foco em comunidades quilombolas, indígenas, mulheres e grupos historicamente invisibilizados.

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    Tags:  CDMAR,  Arraias,  Brasília,  Arquivologia.  
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