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    Projeto de extensão da UFT integra programação do Espaço Brasil na COP15 das Espécies Migratórias
    COP15

    Projeto de extensão da UFT integra programação do Espaço Brasil na COP15 das Espécies Migratórias

    Evento que ocorrerá este mês em Campo Grande (MS), é um encontro internacional promovido pela Organização das Nações Unidas

    Por  Lidiane Machado | Edição: Samuel Lima |  | Publicado em 11/03/2026 - 16:13  | Atualizado em 12/03/2026 - 17:12
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    Em um esforço inter e multidisciplinar que conecta saberes e fortalece o compromisso institucional com a sustentabilidade, a Universidade Federal do Tocantins (UFT) marca presença na preparação para a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias.

    A COP15 da Convenção sobre Espécies Migratórias, que ocorrerá em março de 2026 em Campo Grande, é um encontro internacional promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) voltado à proteção de animais silvestres que cruzam fronteiras internacionais, como aves, mamíferos, peixes e insetos.

    A conferência reunirá representantes de 133 países para discutir metas de conservação, proteger rotas e habitats e promover a conectividade ecológica necessária para a sobrevivência dessas espécies. Ao sediar o evento, o Brasil assume papel de destaque na articulação entre ciência, políticas públicas e participação social.

    Nesse contexto, o Espaço Brasil, inserido na Zona Azul da COP15, reúne iniciativas voltadas à conservação, educação ambiental e valorização de povos e comunidades tradicionais,

    O projeto “Pré-COP15: Diálogos e Passarinhadas”, interligado ao projeto de extensão “Vem Passarinhar TO com os ODS”, foi selecionado para compor a programação oficial do Espaço Brasil Blue Zone durante o evento.

    Coordenado pela professora Simone Mamede, do curso de Licenciatura em Educação do Campo, do Câmpus de Arraias, o projeto reúne diferentes áreas do conhecimento, como Educação do Campo, Direito, Biologia, Turismo, Geografia e História. A proposta promove diálogos comunitários, ações de ciência cidadã e atividades de observação de aves, fortalecendo o papel da Universidade na construção de conhecimento voltado à conservação ambiental.

    A iniciativa se destaca pela abordagem multidisciplinar e pelo papel integrador da extensão universitária, superando os limites federativos ao envolver não apenas o Tocantins, mas também diversos estados e coletivos que fazem da observação de aves uma prática naturalista, educativa, capilarizante e transformadora.

    A equipe da UFT reúne docentes de diferentes áreas: Simone Mamede e Fernanda Maria Macahíba (Educação do Campo), Betina Oliveira Sardinha (Direito), Alice Amaral (Turismo), Rosane Balsan (Geografia, Câmpus de Porto Nacional) e Renata Acácio (Biologia – representante do Conselho Regional de Biologia - 4ª Região).

    Além das professoras da UFT, o projeto conta com a participação de docentes de outras universidades e observadores de aves de diferentes instituições, entre eles as professoras Suzana Arakaki e Maristela Benites, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), o professor Thiago Vernaschi Vieira da Costa, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), e o pesquisador Mario Cohn-Haft, do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa).

    Também integram a iniciativa pesquisadoras do coletivo Ornitomulheres, como Silene Aires, Karen Dultra e Karlla Barbosa, além de representantes de clubes de observadores de aves brasileiros, acadêmicos de diversas áreas do conhecimento e membros da comunidade.

    Para a professora Rosane Balsan, do curso de Geografia, a participação no evento internacional representa um marco no fortalecimento do compromisso socioambiental. “A Geografia, na perspectiva do Turismo, contribui para o turismo de observação de aves ao analisar rotas, habitats e impactos ambientais, promovendo experiências sustentáveis. Reafirmamos o papel da Geografia na articulação entre território, sociedade e natureza”.

    Já a professora Alice Amaral, do curso de Turismo, vê nas chamadas “passarinhadas” uma importante ferramenta pedagógica para a formação acadêmica, aproximando teoria e prática e ampliando o olhar dos futuros profissionais para o potencial do ecoturismo e para a responsabilidade socioambiental.

    A proposta se desenvolve em duas frentes complementares: os “Diálogos”, voltados à produção de conteúdos técnicos acessíveis e à promoção de debates comunitários sobre conservação ambiental, e as “Passarinhadas”, atividades de observação de aves que funcionam como ferramenta pedagógica e científica para o monitoramento participativo e a sensibilização sobre a importância das espécies migratórias.

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    Tags:  Arraias,  Educacao do Campo,  Direito,  Biologia,  Turismo,  Geografia,  História.  
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