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    Programa de Formação Docente Continuada (Profor) promove minicurso sobre inclusão no Câmpus de Palmas
    DESENVOLVIMENTO

    Programa de Formação Docente Continuada (Profor) promove minicurso sobre inclusão no Câmpus de Palmas

    Formação reuniu docentes dos cinco câmpus para discutir inclusão, permanência estudantil e estratégias de acolhimento no ambiente acadêmico

    Por  Anne Karoline | Edição: Samuel Lima | e | Revisão: Paulo Aires  | Publicado em 03/02/2026 - 18:00  | Atualizado em 06/02/2026 - 17:22
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    O Programa de Formação Docente Continuada (Profor) iniciou a edição de 2026 na última segunda-feira (02). Na tarde de terça-feira (3), a programação contou com a participação da professora Janaina Soares, da Universidade de Brasília (UnB), que ministrou o minicurso “Inclusão, diversidade e os silêncios que ainda produzem evasão”, no Câmpus de Palmas, na Sala dos Conselhos. A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e a Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (Propessoas) promovem a iniciativa para qualificar o trabalho pedagógico dos docentes da instituição.

    Janaína Soares, da UnB, ministrou palestra sobre “Inclusão, diversidade e os silêncios que ainda produzem evasão” (Foto: Anne Karoline/Sucom)
    Janaína Soares, da UnB, ministrou palestra sobre “Inclusão, diversidade e os silêncios que ainda produzem evasão” (Foto: Anne Karoline/Sucom)

    Janaina Soares define o minicurso como o início de um letramento contínuo. Segundo a professora, a universidade herdou temas tratados como tabu, mas o cenário atual exige atenção às relações étnico-raciais e à diversidade dos estudantes. Para ela, professores e técnicos precisam conhecer melhor a comunidade acadêmica e aprimorar a abordagem em sala de aula.

    “A universidade deve conectar os saberes dos territórios aos saberes científicos. É um convite para compreender a neurodiversidade, os estudantes negros e indígenas e construir um ambiente de acolhimento, não de hostilidade”, afirmou Janaina.

    A professora Núbia Santos participou da formação e destacou que a inclusão envolve, além de pessoas neurodivergentes e grupos étnicos, estudantes em vulnerabilidade socioeconômica. Segundo ela, esse público precisa de assistência integral, como moradia, transporte e alimentação, além do apoio pedagógico. Para Núbia, o foco é o pertencimento; o estudante deve conhecer seus direitos e ocupar o espaço universitário.

    Para Núbia Santos (1ª à esq.) o foco é o pertencimento e o estudante deve conhecer seus direitos e ocupar o espaço universitário (Foto: Anne Karoline/Sucom)
    Para Núbia Santos (1ª à esq.) o foco é o pertencimento e o estudante deve conhecer seus direitos e ocupar o espaço universitário (Foto: Anne Karoline/Sucom)

    Sobre a troca entre diferentes áreas, a docente reforçou o papel coletivo dos encontros. “Eles mostram que a angústia não é individual, mas social. Aprendemos a ouvir com sensibilidade para que o acolhimento deixe de ser discurso e vire prática. São momentos para dialogar e rever posturas”, concluiu.


    Tags:  Docentes,  Profor,  Progedep,  Prograd.  
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