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    Câmpus de Miracema promove atividades de reflexão e diálogo no mês das mulheres
    PROTAGONISMO

    Câmpus de Miracema promove atividades de reflexão e diálogo no mês das mulheres

    Programação debateu direitos, saúde e presença feminina na universidade

    Por  jordanna.simonelle e | Edição: Virgínia Magrin  | Publicado em 10/03/2026 - 14:50  | Atualizado em 10/03/2026 - 21:10
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    No dia 04 de março, servidoras, estudantes e membros da comunidade externa reuniram-se no auditório da unidade Warã do Câmpus de Miracema da UFT, para participar de uma programação especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, marcada por momentos de reflexão, troca de experiências e debates sobre direitos, saúde e a presença feminina na universidade.

    A atividade teve início com o workshop “Sexualidade feminina: autoconhecimento, saúde e bem-estar”, ministrado pela enfermeira Sâmia Ponciano, que abordou o tema de forma informativa e didática, promovendo conhecimento, reflexão e diálogo sobre a saúde e o bem-estar das mulheres. O encontro contou com grande participação e interação do público presente.

    Evento promoveu momentos de reflexão e diálogo sobre saúde, direitos e o protagonismo das mulheres na sociedade (Foto: Divulgação)

    A professora Luciane Silva Souza de Souza destacou, em seu discurso, a importância da data como símbolo histórico de luta e resistência das mulheres. Segundo ela, lembrar o Dia Internacional da Mulher também significa reafirmar um compromisso coletivo com o enfrentamento às desigualdades e às violências que ainda atingem mulheres em diferentes contextos sociais.

    Por isso, lembrar o Dia das Mulheres é também reafirmar um compromisso coletivo: nenhuma sociedade pode se considerar democrática enquanto suas mulheres vivem sob ameaça de violência e morte.E quando falamos de mulheres no Brasil, precisamos reconhecer também que não existe uma única experiência de ser mulher.Aqui no Tocantins, na Amazônia e no Cerrado, a realidade das mulheres é atravessada por dimensões históricas e territoriais específicas. As mulheres indígenas, por exemplo, têm sido guardiãs de saberes ancestrais, da língua, da memória e da relação com a terra. Ao mesmo tempo, enfrentam múltiplas formas de violência: o racismo, a invisibilização de seus conhecimentos, as pressões sobre seus territórios e as desigualdades no acesso à educação e às políticas públicas. De igual forma, as mulheres negras, as mulheres do campo, as mulheres dos assentamentos e todas as demais, mais historicamente marginalizadas.

    Ainda segundo a professora, a presença de mulheres indígenas nas universidades públicas representa uma transformação histórica e amplia as possibilidades de produção de conhecimento dentro do ambiente acadêmico.

    O workshop foi idealizado e realizado pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proest), Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (Progedep), em parceria com a comissão local. A iniciativa integra o projeto “UFT por Elas”, que ao longo de todo o mês de março promove uma série de atividades temáticas voltadas à valorização, reflexão e fortalecimento das mulheres na universidade.

    No 05 de março, foi realizada a ciranda “As mulheres e o direito à universidade: avanços e desafios”, iniciativa das estudantes do curso Pedagogia da Terra/Pronera. A atividade ocorreu em formato de roda de conversa, possibilitando que as participantes compartilhassem suas trajetórias, experiências e desafios relacionados ao acesso e à permanência no ensino superior. O momento também abriu espaço para reflexões sobre o enfrentamento à violência e ao assédio contra as mulheres em diferentes espaços sociais, reforçando o papel da universidade como ambiente de debate, formação crítica e transformação social.

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    Tags:  Miracema,  Proest,  Proex,  Progedep,  Dia das Mulheres.  
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